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Omolu - Orixá da Geração e suas outras formas de representação em culturas diversas

 

Trono Masculino da Geração 

Omolu, Hades, Yama, Anúbis, Arawn, Iwaldi, Tung-Yueh Ta-ti (Tong Yue Dadi), Mictlantecuhtli, Ah puch. 

Comentários: 

Omolu — Divindade de Umbanda, é o Trono Masculino da Geração, absorve a geração desequilibrada de forma ativa, paralisando o ser propenso a criar em desequilíbrio; cósmico, pune quem dá mau uso ou se aproveita dessa qualidade divina invertendo seu valor e levando a morte no lugar do nascimento da geração. Fator paralisador, ajuda a cessar ações negativas.  

Elemento
terra que estabiliza, presente nos cemitérios e no mar. 

Sua cor é o roxo ou as três juntas: branco, vermelho e preto. 

Orixá Masculino que reina no Cemitério junto com Obaluaê. Senhor da Morte. 

 Hades — Divindade grega, Plutão romano, “O Invisível”, filho de Cronos e Reia, Deus dos mortos que morava no mundo subterrâneo casou-se com Perséfone, filha de Deméter. Possui ainda um cão de três cabeças chamado Cérbero, que desempenha a função de guardião do mundo subterrâneo, ficando no portão, evitando que os vivos entrassem e assustando os mortos que chegavam. 

Yama — Divindade hindu masculina da morte, no Ramayana se passa por cachorro salvando Rama da morte.  

Anúbis — Divindade egípcia masculina da Morte, considerado ainda o grande juiz dos mortos. 

Arawn — Divindade Celta da Morte, aparece sempre acompanhado de lobos brancos.  

Iwaldi — Divindade escandinava, “O anão da Morte”, esconde a vida no fundo do Oceano.  

Tung-Yueh Ta-ti (Tong Yue Dadi) — Divindade Chinesa do sagrado monte Tai Shan e dirigente do Mundo Subterrâneo. É ele quem calcula, em um ábaco, o tempo de vida que cada um tem aqui na Terra. Senhor da morte, é responsável pelo desencarne. 

Mictlantecuhtli — Divindade asteca, “Deus da Morte”, Senhor de Mictlán o reino silencioso e escuro dos mortos.  

Ah puch — Divindade maia da morte, senhor do reino dos mortos. 

Comentários: Trono Masculino da Geração, Omolu, aparece como uma Divindade pouco compreendida em seu mistério pelo temor que todos têm da morte, por não entenderem ser ela tão natural quanto o nascimento. 
Na Umbanda, é sincretizado com São Roque ou São Bento.  
 
Fonte: Deus, Deuses, Divindades e Anjos. Alexandre Cumino. Ed. Madras


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